Previdência Privada vale a pena? Entenda as vantagens e desvantagens

A previdência privada é um dos produtos financeiros mais populares e mais ofertados pelos bancos. Na maioria dos casos, ela é vista como uma boa alternativa para garantir uma renda complementar na aposentadoria.

O problema é que existem muitas taxas e regras que devem ser consideradas na hora de tomar uma decisão. Este é um produto muito lucrativo para os bancos, mas nem sempre é vantajoso para o investidor.

Quando você deposita seu dinheiro em um plano de previdência, o banco irá investi-lo em um fundo de investimento.  Este fundo é constituído por vários produtos financeiros, como Tesouro Direto, ações, fundos imobiliários, entre outros.

Em contrapartida, haverá a cobrança de taxas de administração para cobrir os custos destas operações. Na prática, seria como se você estivesse pagando para o banco investir o seu dinheiro.

Por exemplo, na previdência privada do Banco do Brasil (BB), conhecida como BrasilPrev, o correntista pode escolher diversos fundos diferentes:

brasilprev

Cada fundo tem uma característica, requisitos mínimos e um perfil de investimento. Veja por exemplo  como é a composição do fundo RT FIX FIC FI Renda Fixa (fonte) :

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Composição de Títulos do fundo RT FIX FIC FI Renda Fixa

Veja que o fundo nada mais é do que uma carteira de investimentos, como mencionado acima. Até aí não haveria nenhum problema neste investimento. A desvantagem começa quando olhamos as taxas, regras e o histórico de rentabilidade destes fundos ao longo do tempo.

Neste ponto, podemos fazer duas reflexões:

– Por qual razão você pagaria para um desconhecido investir o seu dinheiro se você pode fazer isso diretamente sem precisar pagar nenhuma taxa?

– Se a intenção é investir em fundos, porque aplicar em uma previdência se você poderia comprar os fundos diretamente, sem o intermédio (e, consequentemente, taxas) dos planos de previdência privada?

É claro que nem sempre a previdência privada é um vilão. Existem casos em que ela pode ser vantajosa, e irei falar sobre eles neste artigo.  O problema é que muitas vezes as pessoas enxergam este investimento como a única opção possível. Este tipo de coisa acontece justamente porque os planos de previdência privada são extremamente lucrativos para os bancos, e por este motivo existe um marketing pesado envolvido para a venda deste produto financeiro.

A intenção deste artigo é mostrar quais são as características da previdência privada, suas vantagens e desvantagens e os custos que você deve levar em consideração antes de contratar um plano. Lembre-se que normalmente estes planos são de longo prazo, e existem regras muito rígidas a serem seguidas. Sendo assim, é muito importante tomar esta decisão com cuidado, para que você não se arrependa no futuro.

 

O que é a Previdência Privada

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A previdência privada é um tipo de previdência complementar, ou seja, ela é um complemento para a previdência pública, regida pelo INSS, oferecida por bancos e seguradoras.

Alguns também entendem a previdência privada como um produto securitário, ou seja, uma espécie de seguro de vida, especialmente no caso dos planos VBGL.

Ao contratar um plano de previdência privada, é muito importante verificar se a instituição financeira está cadastrada no Susep, que é o órgão que fiscaliza este tipo de produto financeiro.

Existem dois tipos principais de previdência privada, que são o PGBL e o VBGL:

PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre

O valor investido mensalmente pode ser abatido no imposto de renda. Muitos bancos usam este fato como uma enorme vantagem para estes planos, porém é preciso cuidado, pois isto não significa que o PGBL é isento de imposto de renda. Trata-se apenas de um adiamento do pagamento.

O imposto será cobrado ao final do período do plano, sobre todo o montante investido (o dinheiro depositado e também os juros que o dinheiro rendeu). É preciso cuidado neste caso, pois o imposto retido no vencimento do plano muitas vezes não compensa o abatimento gerado pelos depósitos mensais. Lembre-se que em outros investimentos como o Tesouro Direto, o IR incide somente sobre o rendimento (juros) e não sobre todo o dinheiro investido.

VBGL -Vida Geração de Benefício Livre

As parcelas pagas não podem ser abatidas no Imposto de Renda, porém ao final do período o IR irá incidir somente sobre os rendimentos, e não sobre o total investido.

Dependendo do caso, um plano pode ser mais vantajoso que o outro. Normalmente, pessoas que fazem a declaração completa do IR preferem o PGBL, pois assim poderão ganhar alguns benefícios fiscais devido à dedução dos valores pagos para o plano de previdência privada.

Entretanto, vale sempre ressaltar que nenhum destes planos é isento de IR. Tome muito cuidado com o marketing dos bancos, pois muitas vezes acabamos pensando que o valor pago para o PGBL será abatido no IR, mas esta afirmação é incorreta. A vantagem fiscal é apenas momentânea.

A recomendação geral dada pelos bancos é adquirir o VGBL se você estiver em início de carreira profissional ou prestes a se aposentar, e adquirir o PGBL se você possuir uma renda elevada, estiver no auge da carreira e em uma faixa etária de 30 a 50 anos.

Regime de Tributação – Tabela Progressiva e Regressiva

imposto de renda previdencia privada

Além dos tipos de plano de previdência privada (PGBL e VBGL), é preciso também escolher o regime de tributação. Existem duas tabelas utilizadas:

Tabela Progressiva

Nesta modalidade, a alíquota do Imposto de Renda é calculada com base no valor a ser resgatado ou transformado em renda ao final do plano.

tabela progressiva IR

O recolhimento do IR é feito 15% retido na fonte (independentemente do valor) com compensação na declaração anual se necessário.

Regressiva

A tabela regressiva foi criada para estimular os investimentos a longo prazo. Neste caso, a alíquota do IR varia conforme o tempo de aplicação do dinheiro, seguindo a seguinte tabela (retirada do site do BrasilPrev):

tabela progressiva IR

Observe que a tabela regressiva é mais vantajosa para aplicações de, no mínimo, 8 anos. Vale lembrar que as alíquotas da tabela regressiva a curto prazo são maiores que nos investimentos em renda fixa. O IR cobrado para CDB e títulos do Tesouro Direto é de 15% sobre o rendimento para aplicações acima de 2 anos, e as LCI e LCA são isentas.

A escolha entre o regime progressivo ou regressivo dependerá dos objetivos de cada pessoa. Em geral, para aplicações de longo prazo o ideal é a tabela regressiva.

A tabela progressiva é indicada para aplicações de prazos mais curtos ou nos casos em que a renda desejada para a aposentadoria seja inferior às alíquotas mais baixas do IR (7.5% para uma renda inferior a R$ 2.826,65).

 

Taxas Cobradas – Onde o Problema Começa

previdencia privada taxas

A principal desvantagem dos planos de previdência privada, quando comparados a outras aplicações no mercado financeiro, são as taxas cobradas. É comum encontrar bancos que cobram taxas anuais acima de 3%, e este é apenas um dos vários custos deste tipo de investimento. Enquanto isso, aplicações como o Tesouro Direto, cobram taxas de administração anuais de 0,3% e taxas de corretagem abaixo de 0,2% ao ano (inclusive, várias corretoras não cobram esta taxa).

Ao avaliar um plano de previdência privada, é essencial que você tenha uma visão clara e precisa sobre todos os custos envolvidos. Muitas vezes os bancos fazem simulações de previdência com base somente na rentabilidade dos planos, e não descontam as taxas envolvidas.

Existem fundos de previdência privada que possuem rentabilidades atraentes e melhores do que os títulos de renda fixa. Porém esta vantagem é perdida ao considerarmos todas as taxas cobradas. Esta é a principal armadilha que você deve evitar.

Vou repetir: SEMPRE pergunte os custos. Peça a tabela de taxas e o contrato do plano, leve para casa, avalie com calma e só então tome uma decisão.

Agora, vamos avaliar as taxas comumente cobradas nos planos de previdência privada:

– Taxa de Carregamento

Incide sobre a contribuição, ou seja, sobre o dinheiro depositado no plano. Esta taxa varia entre 0 e 5% sobre o valor a ser investido. Existem basicamente três tipos de taxa de carregamento:

  Antecipada: incide sobre cada depósito efetuado.

  Postecipada: incide sobre o valor a ser resgatado antecipadamente ou no vencimento do plano.

  Híbrida: existe cobrança tanto no depósito quanto no resgate do dinheiro.

Em geral, quanto maiores forem os aportes mensais e maior o tempo de permanência no plano de previdência, menor será a taxa de carregamento. Os valores e prazos variam conforme o banco ou instituição financeira.

– Taxa de Administração

Esta taxa normalmente é cobrada sobre todo o dinheiro investido, e serve para custear a administração do fundo de previdência. A média do mercado está entre 1.5 e 5% ao ano. É a taxa que mais compromete a rentabilidade da previdência privada.

Estas taxas são terríveis. Como mencionado acima, se compararmos com o Tesouro Direto, as taxas cobradas pela previdência privada chegam a ser abusivas.

Existem planos com taxas atraentes, porém normalmente são reservados para clientes de alta renda.  Vale ressaltar que, no caso dos fundos de pensão, estas taxas podem ser menores ou diluídas quando o empregador é responsável por uma porcentagem dos aportes mensais. Estes fundos de pensão são os planos de previdência oferecidos pelas empresas aos seus funcionários, como por exemplo a Funpresp para os servidores públicos.

Quando a Previdência Privada vale a pena?

pbgl ou vbgl

Devido às altas taxas cobradas, na maioria dos casos a previdência privada não vale a pena se comparada a outros investimentos em renda fixa ou renda variável.  Porém existem duas situações em que ela pode ser considerada:

– Para quem não consegue investir por conta própria

Pessoas que não possuem o mínimo de organização financeira e não conseguiriam poupar uma quantia mensal para investir por conta própria podem enxergar a previdência privada como uma solução, pois o plano irá obriga-lo a realizar os depósitos. Inclusive, na maioria dos bancos esta quantia já é retirada diretamente da sua conta corrente ou, no caso dos fundos de pensão, descontada da folha de pagamento.

Porém, é bom ressaltar que existe um preço altíssimo sendo pago por esta falta de organização. E como os planos de previdência são a longo prazo, vale a pena refletir se realmente vale a pena perder tanto dinheiro apenas por uma falta de organização no presente.

Além disso, se você não sabe como investir dinheiro e por este motivo quer deixar seu dinheiro na previdência privada, saiba que existe muito material de qualidade à sua disposição. Na minha sincera opinião, vale mais a pena aprender a investir (mesmo que você demore para aprender) do que ficar “preso” a um péssimo produto financeiro.

Aqui no blog existem vários artigos publicados sobre investimentos que podem ajudar quem está começando:

Além disso, também criei o Curso Aprenda a Investir, com vídeo aulas didáticas que ensinam o passo-a-passo para fazer um planejamento financeiro e aprender a investir seu dinheiro de forma segura e com boa rentabilidade. É uma boa opção para quem quer aprender, mas não tem tempo para caçar conteúdos em livros e na internet. No curso, o conteúdo já está mastigado e resumido, e contém o essencial que você precisa saber para sair do zero e comprar seus primeiros investimentos.

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– Para quem tem acesso aos fundos de pensão

Muitas empresas possuem programas de previdência privada fechados, conhecidos como fundos de pensão. Nestes planos, geralmente o funcionário deposita uma quantia e a empresa complementa este depósito. Dependendo do valor investido pela empresa, pode ser uma boa ideia contratar e manter este plano de previdência privada.

Os custos ainda irão existir, e em alguns casos são mais altos do que as taxas cobradas nos planos de previdência privada comuns. Entretanto, como uma parte é depositada pela empresa, estas taxas serão diluídas.

Outra vantagem destes planos é que o valor é descontado diretamente da folha de pagamento, e, portanto, você será obrigado a sempre depositar aquela quantia. Porém, é preciso avaliar se o complemento depositado pela empresa é suficiente para cobrir as taxas cobradas e a possível rentabilidade baixa do investimento.

Considere também que estes planos geralmente possuem um prazo de carência, que pode variar entre 3 e até 10 anos de permanência na empresa. Logo, se você consegue visualizar alguma possibilidade de mudança de emprego antes do prazo de carência, este investimento não é indicado.

Os fundos de pensão podem ser aproveitados para quem tem acesso a este recurso, porém não devem ser a única fonte de investimento. Estes fundos possuem baixa liquidez e não são adequados para objetivos de curto e médio prazo. Sendo assim, eles podem servir como um complemento aos seus investimentos ou como uma espécie de seguro de vida.

Cuidado com as armadilhas!

previdencia privada como funciona

O grande problema da previdência privada são as taxas cobradas, que normalmente não são informadas de maneira clara pelos bancos. Porém existem outras desvantagens que também devem ser consideradas:

Baixa Rentabilidade

Ao depositar seu dinheiro na previdência privada, o banco irá investi-lo em um fundo com determinadas características.

O problema destes fundos é que a rentabilidade não é prefixada como acontece em alguns títulos de renda fixa. Sendo assim, os rendimentos irão variar com o tempo, dependendo de como os administradores decidirem investir o dinheiro, e existem períodos em que os fundos poderão apresentar rentabilidades negativas.

Além disto, é comum que os bancos façam simulações com valores irreais para tornar os planos de previdência privada mais atrativos. O correto é realizar uma simulação com um valor médio do histórico de rentabilidade do fundo, e considerar também os efeitos da inflação.

Alto Risco

Existem vários tipos de fundos que podem ser escolhidos ao contratar um plano de previdência privada, que variam conforme o perfil do investidor.  O que diferencia um fundo do outro é a alocação de ativos, ou seja, a distribuição do dinheiro nas várias classes de investimentos.

Perfis conservadores terão uma alocação maior em renda fixa, enquanto que perfis arrojados terão uma alocação focada em renda variável.

O problema é que o perfil de cada investidor pode variar com o tempo, tanto pela proximidade da aposentadoria, quanto pela aquisição de conhecimentos que traz mais confiança para buscar perfis mais arrojados.

Além disso, existe um problema muito grave: os planos de previdência privada não são cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Ou seja, se o banco ou instituição financeira responsável pelo seu plano de previdência quebrar, você irá perder todo o seu dinheiro.

A lei garante alguma segurança para o investidor em casos de liquidação judicial, porém este processo pode demorar anos, além de ser ineficiente. Se for comprovado que a instituição financeira não é capaz de restituir seus investidores, não haverá reembolso.

Veja um trecho de uma entrevista na revista IstoÉ Dinheiro dada pelo criador dos planos PGBL, Osvaldo do Nascimento (clique para ampliar a imagem):

pbgl vale a pena

vbgl vale a pena

Observe neste trecho que o risco também existe para quem investe nos fundos de pensão:

funpreso fundo de pensao

Logo, além do risco de mercado (comum a qualquer investimento), existe o risco de a instituição quebrar e você não receber o seu dinheiro.

Na entrevista fica claro que não é possível prever a quantia exata que uma pessoa irá receber na aposentadoria. Portanto, desconfie também de propostas que coloquem em evidência esta renda futura, pois existem grandes chances de os valores reais serem diferentes dos anunciados. Acesse aqui a reportagem completa. 

Outros investimentos em renda fixa, como CDBs, LCI, LCA, poupança, letras de câmbio e fundos de investimento são cobertos pelo FGC na quantia de R$ 250 mil por CPF por instituição financeira. O Tesouro Direto não é coberto pelo FGC, mas a sua garantia é o próprio sistema financeiro nacional, que torna este investimento o título mais seguro do país.

Portanto, é errado pensar na previdência privada como uma alternativa segura e rentável para garantir uma renda na aposentadoria.

Baixa Liquidez

Os planos de previdência privada possuem baixa liquidez, ou seja, é muito difícil resgatar o dinheiro aplicado antes do prazo estabelecido. Muitos planos possuem carência, além da alíquota de imposto de renda, que é maior para prazos mais curtos. Ou seja, você irá pagar altas taxas para outros administrarem o seu dinheiro, e será penalizado se precisar resgatá-lo.

Simulações Falsas

É comum que os bancos mostrem gráficos de rentabilidade da previdência privada com projeções extremamente otimistas. O mundo financeiro não funciona assim. Muitas vezes estas simulações são realizadas para aplicações mensais durante décadas considerando cenários econômicos de juros altos e inflação baixa.

Tenha em mente que é impossível prever a rentabilidade de um plano de previdência privada. Você pode olhar o histórico dos fundos, porém o futuro é cheio de incertezas. Isso também vale para quem investe por conta própria, mas a diferença é que neste caso você terá total liberdade para mudar como o dinheiro será investido.

Inclusive, investindo por conta própria, é possível aproveitar ciclos econômicos e oportunidades momentâneas de investimento, o que não acontece em um plano de previdência privada.

Falta de transparência

Este artigo já possui mais de 2700 palavras, e eu não entrei em detalhes profundos sobre todas as regras que envolvem a previdência privada. Mesmo assim, ele está maior do que todos os outros artigos sobre investimentos, incluindo a bolsa de valores. Será que este é um sinal?

Muita gente acha difícil aprender a investir, e escolhem a previdência privada porque aparentemente é algo mais simples.

Este é o maior engano.

A previdência privada possui tantas regras, tributações, legislações, taxas e cláusulas contratuais que este artigo seria transformado em um livro se eu resolvesse esclarecer todos os pontos.

A verdade é que contratar um plano de previdência é mais complexo do que investir em outros produtos financeiros como o Tesouro Direto. As pessoas não percebem isso justamente porque não tem acesso ao conhecimento ou não se preocupam em estudar e entender o que irá acontecer com o seu dinheiro e simplesmente entregam tudo para o banco.

A previdência privada nada mais é do que uma poupança forçada, com a diferença que você estará pagando caro para o banco “cuidar” do seu dinheiro.

Se você tem interesse em investir na previdência privada, preste muita atenção aos contratos. Leia todas as cláusulas, peça as tabelas com o histórico de rentabilidade, alocação de ativos do fundo, e com todas as taxas cobradas.

Além disso, tome cuidado com os falsos benefícios, como a suposta isenção do imposto de renda, imposto sobre herança e da necessidade de inventário em caso de falecimento. Muitas vezes o ganho proporcionado pela isenção não compensa décadas de dinheiro perdido em taxas administrativas. Se a intenção é aproveitar este tipo de benefício concedido pela previdência privada, você deverá encará-lo como um seguro de vida, e não como um investimento.

Conclusão

Se você leu o artigo até aqui, já percebeu que investir na previdência privada não é algo tão simples quanto pode parecer. É preciso avaliar com cuidado as cláusulas contratuais, taxas envolvidas, regime de tributação e a modalidade PGBL ou VBGL que será escolhida.

Se você já possui um plano de previdência e não sabe se deve cancelá-lo, é preciso avaliar com cautela a rentabilidade líquida atual e nos anos anteriores. Verifique qual é a penalidade em caso de cancelamento e compare se esta perda compensa ganhos futuros em outros investimentos.

Outro ponto a ser levado em consideração é a sua capacidade de poupar e investir. De nada adianta recusar ou cancelar um plano de previdência privada se você não fizer nada com o seu dinheiro.

Jamais duvide da sua capacidade de poupar e investir corretamente. É possível administrar suas finanças de maneira simples e inteligente, basta investir em conhecimento. Aqui no Poupar e Viver publiquei vários artigos sobre os mais diversos tipos de investimentos que você poderá usar para aprender.

Além disso, através do Curso Aprenda a Investir, você poderá acelerar o seu aprendizado e parar de perder tempo e dinheiro com investimentos ineficientes.

Conhecimento é tudo. Através dele você poderá tomar suas próprias decisões financeiras, sem depender da opinião dos outros.

Deixe seu comentário falando o que achou do artigo. A sua opinião é importante para que eu continue publicando conteúdos que realmente resolvam os problemas das pessoas 🙂

 

 

 

 

 

  • Sérgio Dias Fernandes

    Boa noite, Hevlin, como vai? Excelente artigo, só duas pequenas correções, o correto é PGBL E VGBL , e na parte onde você fala da tabela regressiva e da tributação do imposto de renda, LCI E LCA são isentos de imposto. Desde já, agradeço a atenção e a oportunidade de adquirir novos conhecimentos. Abraços.

  • Hevlin Costa

    Olá Sérgio,
    Muito obrigada pelo aviso, pensei certo e escrevi as siglas erradas. Já está corrigido, também esclareci a parte da LCI/LCA. Muito obrigada e continue acompanhando o blog 🙂